Mariri


No FAMP 92 concorri com a canção Mariri...lembro-me bem, foi na Praça Plácido de Castro, hoje Praça da da Revolução. Eu estava lá com um violão de nylon, uma flauta doce e as vozes do meu coro querido da época (Raimundinha, Elza, Gorethe e Nilda). Esse festival foi transmitido ao vivo. Só comecei a tocar depois do teste dos microfones das meninas (trauma do ano anterior!). Fiz a introdução na flauta, uma escala pentatônica seguida do bordão contínuo do violão, fazendo base para um solo oriental nas cordas mi, si e sol. Ao longe, sentados, uma tribo: a turma do heavy metal curtia o som...não sei até hoje por quê, pois a canção era toda riponga, acústica, com percussão vocal, apenas, pois os percussionistas que convidei para o arranjo não haviam entendido a canção étnica e quiseram me impor ritmos de samba, baião e pagode. Mariri é uma linda canção em Sol Maior, com uma harmonia surpreendente e um toque étnico autárquico, sem imitação da música indígena. Há uma gravação dela disponível como single no streaming e nesse site, com a participação de João Veras (flauta) e Sílvio Margarido (percussão), músicos com quem executei essa canção várias vezes após o festival.


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